Tem um momento em que o gestor olha para o espaço e percebe que algo não está certo — mas a limpeza está sendo feita toda semana. O piso continua opaco, a vitrine embaça de longe, a recepção tem um cheiro que ninguém consegue localizar.
Não é falha da equipe de rotina. São três serviços diferentes, com equipamento diferente, que a limpeza recorrente não cobre.
Limpeza pesada e de piso: quando o chão não volta
A rotina mantém. Ela não recupera.
Piso que recebe tráfego intenso — indústria, comércio, restaurante, área de produção — acumula uma camada que pano e vassoura não removem. É resíduo impregnado no poro da superfície, e sai com máquina e produto específico para aquele tipo de piso.
Contrate quando:
- O piso está visivelmente mais escuro que quando novo
- Existe área de passagem com marca permanente
- Há resíduo de óleo, graxa ou alimento impregnado
- O espaço vai receber visita importante, auditoria ou inauguração
O que muda por tipo de piso: cerâmica e porcelanato, cimento queimado, vinílico, granito e mármore pedem máquina, produto e rotação diferentes. Aplicar o produto errado em mármore mancha de forma permanente. Por isso a Apolo avalia o piso antes de orçar.
Frequência típica: de três a seis meses, conforme o movimento. Veja limpeza pesada e de piso.
Limpeza de vidros: o que o cliente vê antes de entrar
Vidro sujo é o tipo de problema que a empresa para de enxergar depois de duas semanas — e que o cliente enxerga na primeira vez.
Contrate quando:
- A vitrine ou fachada tem marca de chuva, poeira ou maresia
- Há divisórias de vidro internas com marca de mão
- O prédio está próximo de obra ou de via movimentada
- A empresa vai receber cliente, fornecedor ou fazer evento
A frequência depende da exposição: fachada voltada para a rua pede intervalo menor que vidro interno. Prédios mais altos dependem da forma de acesso — a Apolo avalia o acesso antes de orçar, e a equipe terceirizada recebe EPI todo mês.
Veja limpeza de vidros.
Estofados e carpetes: o problema que se sente antes de ver
Poltrona de recepção, cadeira de reunião e carpete acumulam suor, poeira fina, resíduo de alimento e umidade dentro da fibra. O aspirador tira o que está na superfície. O resto fica.
Contrate quando:
- Existe cheiro na sala e ninguém localiza a origem
- O estofado tem marca de uso visível nos apoios
- O carpete escureceu nas áreas de passagem
- A empresa tem rotatividade alta de pessoas no mesmo mobiliário
A higienização com extratora remove de dentro da fibra, com secagem controlada. É um serviço para empresas — veja estofados e carpetes.
Como encaixar no orçamento sem pesar
Esses três não são serviços mensais. São periódicos. A forma de orçar que funciona é tratá-los como manutenção programada do ano, não como emergência:
- Piso: a cada 3 a 6 meses
- Vidros e fachada: 2 a 4 vezes por ano, conforme exposição
- Estofados e carpete: 1 a 2 vezes por ano
Distribuídos no calendário, cabem. Concentrados numa semana de desespero antes de uma visita, custam mais e entregam menos — porque serviço feito com pressa não recupera nada.
A Apolo avalia o espaço e indica quais dos três o seu caso realmente pede, e em que intervalo. Veja todas as modalidades para empresas ou chame no WhatsApp.
Falar com o comercial


